quarta-feira, 23 de junho de 2010

PT move ação indenizatória por danos morais contra o tucano José Serra

O PT vai protocolar na Justiça, nesta quarta-feira (23), ação de indenização por danos morais contra o candidato tucano à Presidência da República, José Serra. O motivo são suas acusações de que um suposto dossiê contra ele teria sido montado pelo partido.

Há cerca duas semanas o PT interpelou Serra na Justiça Criminal de São Paulo para que confirmasse suas declarações. Ontem, o juiz entendeu que não havia dubiedade na fala de Serra e que, portanto, não cabia a interpelação.

“Se não há dubiedade, é porque a acusação está bem clara. Então decidimos entrar com essa ação”, esclareceu o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, durante coletiva à imprensa na noite desta terça-feira – da qual participou também o Secretário-Geral do partido, José Eduardo Cardozo.

Na avaliação de Dutra, as acusações de Serra são inaceitáveis. “Não vamos admitir que qualquer pessoa ataque dessa maneira nosso partido e nossa candidata”. Ele explicou ainda que o valor da indenização será definido pela Justiça. “Mas, independentemente disso, o que queremos é que nossa honra seja restabelecida”.

Cardozo, por sua vez, explicou que a ação não tem motivação nem objetivos eleitorais. “O PT foi rigorosamente atingido pelas declarações. E quando você é a tingido, você tem que reagir”, disse.

Para ele e Dutra, o Judiciário é a melhor esfera para tratar do assunto. “Não vamos fazer bate-boca dessa natureza no âmbito político.Queremos uma campanha com debate de idéias, propositiva, para que o eleitor possa escolher qual o melhor caminho para o Brasil. Num Estado de Direito, as questões relativas à honra tem de ser resolvidas na Justiça, justamente para não contaminar o debate político”, finalizou Dutra.

A ação será protocolada no Foro Regional de Pinheiros, em São Paulo, onde fica o domicílio eleitoral do réu.

Estatuto da Igualdade Racial é derrota para os escravocratas”


Professor Eduardo de Oliveira, líder histórico do movimento negro, ressaltou que texto que saiu do Senado é “ ponto de partida para nova fase de luta”

O professor Eduardo de Oliveira, presidente do Congresso Nacional Afro-Brasileiro (CNAB), considerou a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, no dia 16 de junho, pelo Senado, como “o ponto de partida de uma nova fase da luta, porque agora temos algo sólido, que nos protege”. O Estatuto é o primeiro conjunto de normas e ordenamentos jurídicos em benefício da população negra, desde o fim da escravidão, há 122 anos.

O Estatuto, que visa o combate à discriminação racial e garante igualdade de oportunidades para a população negra, “é o 2º artigo da abolição da escravatura no Brasil”, ressaltou o professor Eduardo.

“O estatuto é um grande instrumento de luta dos negros, uma conquista importante, o nosso primeiro instrumento jurídico e institucional em que o Estado brasileiro oferece condições ao negro”, avaliou o professor, que acompanhou a votação no Congresso Nacional, assim como todas as discussões e propostas sobre o projeto nestes sete anos, desde sua apresentação pelo senador Paulo Paim (PT/RS), em 2003.

“Apesar de não ter sido aprovado conforme nós queríamos, a votação coroou a luta dos negros. Foi uma vitória contra os saudosistas da escravidão”, declarou em entrevista ao HP.

Vitória

Ao avaliar as mudanças do termo raça para etnia e a supressão das cotas nas universidades e empresas e de políticas de saúde para a população negra, feitas pelo relator do projeto no Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), o professor Eduardo disse que, apesar das mudanças no projeto original, “eles foram derrotados”. “Os que tentaram impedir a aprovação do estatuto não têm força ética, moral, política e jurídica e foram derrotados”, disse. “Foram derrotados, porque não queriam de forma nenhuma que o estatuto fosse aprovado. As gerações que vêm vão continuar a luta, ainda há o que fazer, há o que criar, há o que realmente conquistar em termos de valores da contribuição dos negros na formação nacional”, afirmou.

Segundo o professor, “a conveniência de se tirar raça do texto, nessa altura de nossa história, tem sua malícia, esse mecanismo maquiavélico: não tem corpo de delito, não tem crime”. Para eles, segundo o dirigente do CNAB, “o crime da brutalidade contra cada rosto negro, que representa hoje mais de 50% da população brasileira, não seria um crime pelo qual se deveria pagar restituindo a sua dignidade humana, restituindo a sua humanidade”.

Segundo o professor Eduardo, apesar das modificações no texto original, ele não compactuou com a retirada do projeto da pauta de votação, “porque isso sim seria fazer o jogo dos nossos adversários, dos racistas de hoje, escravocratas de ontem”, declarou.

Cotas

Segundo ele, as cotas para os negros nas universidades foram um avanço e a exclusão das cotas, neste momento, não compromete o estatuto que só vem fortalecer as “ações afirmativas no sentido de proporcionar a inclusão do negro na sociedade”. O Senado ainda vai apreciar o projeto 180/08, da deputada Nice Lobão (DEM-MA), que se encontra na Comissão de Constituição e Justiça, que trata das cotas raciais. A relatora do PLC 180/08 é a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT).

“Os que foram derrotados, foram eles, os racistas. Nós negros, nossos aliados, fomos vitoriosos”, afirmou o dirigente do CNAB. “Foi uma vitória irrefutável desde a luta vitoriosa dos Palmares”, declarou o autor do Hino à Negritude.

“Estou muito feliz, muito otimista com o resultado que virá, em breve, com a sanção do presidente Lula que sempre lutou pela valorização da comunidade negra na sociedade brasileira”, disse o professor. “No governo Lula, nos seus sete anos de administração, nunca houve tantas conquistas sociais, em favor da mulher, em favor da criança e em favor do negro, particularmente”, ressaltou o professor, destacando o fato de o presidente Lula “ter ido mais de 20 vezes na África para discutir e dialogar com nossos irmãos africanos. Não fomos lá para saquear, para sugar, para cobrar dívidas. Perdoamos as dívidas dos africanos”.

O professor Eduardo de Oliveira declarou estar muito otimista com a candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff à Presidência da República para “avançarmos e ampliarmos as nossas conquistas”.

Como torcedor - “há 83 anos, nasci corinthiano” - e ex-jogador amador de futebol, o professor elogia a realização da Copa do Mundo na África, “que projetou o continente internacionalmente”.

“A África está contribuindo com seus valores, sua história, suas virtudes e qualidades com os demais povos, ao sediar a Copa do Mundo”. E afirma que a vitória “será do Brasil trazendo o caneco para cá”. Ele também saudou a realização da Copa no Brasil em 2014 e criticou o fato de São Paulo ainda não ter um projeto de estádio à altura para sediar os jogos no Estado

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ana Júlia recebe apoio do PDT à reeleição

A governadora do Pará, Ana Júlia Cerepa (PT) recebeu o apoio do PDT à sua reeleição. A governadora agora conta com o apoio de nove partidos: PDT, PR, PP, PV, PSB, PC do B, PRB, PSC e PHS. Segundo o secretário executivo da campanha do PT no Estado, André Farias, o apoio do PDT foi “um reconhecimento” ao trabalho da governadora.

Em contrapartida, o PT se comprometeu em apoiar a candidatura do pedetista Giovanni Queiroz à Câmara Federal. “Quem me conhece sabe que eu saio aos finais de semana não é para pescar, não. É para levar maquinários aos municípios, para levar desenvolvimento”, disse a governadora em referência ao seu adversário, o ex-governador Simão Jatene (PSDB).

dialética e amazonidade

qual é a "sua"? Existem muitas Amazônias...

Na verdade, desde antes da invenção colonial do rios das "amazonas" eram diversas regiões... Aturdido com a imensidade do desafio da missão o célebre jesuíta Antônio Vieira sapecou o título catequista de "rio Babel" (recomenda-se a obra do professor da UERJ José Ribamar Freire Bessa com o mesmo tílulo)... Aí se vê como os tupis forneceram a cunha linguistica que os padres gramatizaram para reduzir a babel e enfiar mato adentro a língua geral amazônica, tipo de esperanto conhecido como "Nheengatu" (a língua boa).

A língua boa não apenas apagou a más linguas amazônicas, reduzidas drásticamente pelos mesmos tupis num paneiro só; em "Nheengaíba", como também serviu de cavalo de batalha da língua de Camões...

Explicação do milagre dos brasileiros falarem português do Oiapoque ao Chuí. Para isto precisou um genocídio enormíssimo em nome de Deus e do trono de Portugal. O Império do Brazil não agradeceu aos colonizadores e ainda acrescentou o peso até que os escravos, os sitiantes ribeirinhos e a pequena burguesia das vilas próximas de Belém levantaram-se na única revolução brasileira onde o povo chegou ao poder (1835-1836), dita (como sempre) de fora para dentro de "Cabanagem" e pintada como parecia aos donos do poder...

de fato, os chamados "cabanos" nunca se trataram como tal: eram apenas Paraenses desesperados e em armas! Foram "vencidos" a custo de mais um genocídio entre tantos: agora, 40 mil mortos numa população de 100 mil almas...

a liderança autofágica da Cabanagem expôs ao vivo suas contradições: o primeiro presidente, o fazendeiro Félix Malcher; ao primeiro arrobo de mando foi logo assassinado pelos combatentes; o segundo Francisco Vinagre, mais moderado pretendeu negociar com o Império e depor as armas... foi miseravelmente traído e feito refém pelo presidente legal (sic)... Antônio Vinagre retira-se para o interior e retorna com mais força, morre em combate; dos revoltosos surge um jovem cearense - Eduardo Angelim - que retoma a capital e expulsa o governo legal... Assediado pelos ingleses a proclamar independência da província repele o agente estrangeiro, mas reincide no erro de Francisco Vinagre de conciliar com os neocolialistas... Desta vez mais grave pois que para conquistar a confiança dos senhores mandou fuzilar os negros mais exaltados na luta...

vendo os escravos que não podiam confiar nos brancos, nem mesmo no campo dos rebeldes; desertaram em tropelia rio acima e foram formar Mocambos (quilombos) no Curuá e Trombetas fugindo às tropas escavagistas até os confins das Guianas...

é importante que o mundo exterior às Amazônias (brasileira, boliviana, peruana, equatoriana, colombiana, guianense, surinamente e franco-guianense) procurem as descobrir, conservar ou desenvolver corretamente. Melhor ainda escutar o que 25 milhões de amazônidas tem a dizer sobre tudo isto...

a memória da Amazônia

A Amazônia, além da já conhecida e sempre citada riqueza biológica e cultural, é um ambiente heterogêneo. Seria um equívoco pensar a região de modo generalizante, a ponto de estudiosos tão díspares como a pesquisadora alemã Maritta Koch-Wesser e o General Eduardo Dias da Costa Villas Boas, ambos palestrantes convidados do projeto Repórter do Futuro, concordarem com a existência de várias amazônias. È justamente a partir desse entendimento que Maritta vem trabalhando no projeto “Amazônia em transformação: História e perspectivas”, no Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-USP).

A produção acadêmica sobre a região amazônica é imensa. O interesse de estudiosos de várias áreas do conhecimento, como geografia, biologia, antropologia e outras, gerou uma riqueza de estudos tanto sobre os aspectos físicos e biológicos, quanto sobre a historiografia e as sociedades da Amazônia. Mas o conhecimento que se têm hoje não á restrito ao ambiente acadêmico. Estudos de impacto ambiental de grandes obras como Carajás e Tucuruí também podem ser vistos como fonte importante de informação, apesar de todos os interesses políticos e econômicos envolvidos nesses empreendimentos.

O projeto do IEA, iniciado no final de 2009 e coordenado por Maritta, tem como intuito agregar essas produções, sejam elas de fins acadêmicos, econômicos, ou até burocráticos, como os arquivos de órgão públicos, a exemplo da SUDAM. Ele prevê também a criação de uma rede para reunir acervos raros e não publicados sobre a Amazônia. A pesquisadora propõe a criação de uma plataforma interativa, a exemplo da Wikipedia e um sistema de busca que chama de provisoriamente de “Google Amazon”.

O projeto tenta agrupar pesquisas dos últimos 50 anos sobre a região. Para Maritta, essa foi uma época caracterizada pela evolução das pesquisas. “Esses 50 anos de transformação da Amazônia são uma época de aprendizagem que deve alimentar estratégias futuras”. Ela diz ainda que “Muitas pesquisas boas [foram feitas]”, e que já conseguiu permissão para usar o acervo de Aziz Ab’Saber e Betty Mindlin, dois grandes intelectuais e estudiosos sobre a região. Vai mais longe ao atribuir aos estudos os resultados que geraram políticas públicas de preservação, pelo menos no âmbito legal, reconhecidas como modelo em todo o mundo. Hoje a Amazônia tem 20% de suas terras em reservas.

Pensando nos benefícios práticos que os estudos podem gerar os objetivos do projeto são: resgatar a memória dos projetos de transformação; viabilizar um futuro enraizado na aprendizagem e disponibilizar as informações sobre a Amazônia, tendo em vista as divisões sub-regionais. “Isso é importante, não falar da Amazônia em termos gerais”, destaca. Sobre os propósitos do programa, a pesquisadora, que já trabalhou em diversas organizações voltadas ao meio ambiente, como a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), diz ser “importante registrar de uma forma fria o que aconteceu com cada um dos atuantes. Para futuramente continuar nessa progressão do desenvolvimento ambiental, é importante entender essas raízes”. Maritta afirma que o interesse é saber como e porque as estratégias de atuação foram pensadas em sua época. “Você tinha estratégias muito divergentes. O que vemos é que hoje há uma integração muito maior em termos de planos regionais”.

sábado, 19 de junho de 2010

EU SOU EXU.

NÃO SOU PRETO, BRANCO OU VERMELHO

TENHO AS CORES E FORMAS QUE QUISER.

NÃO SOU DIABO NEM SANTO, SOU EXU!

MANDO E DESMANDO,

TRAÇO E RISCO

FAÇO E DESFAÇO.

ESTOU E NÃO VOU

TIRO E NÃO DOU.

SOU EXU.

PASSO E CRUZO

TRAÇO, MISTURO E ARRASTO O PÉ

SOU REBOLIÇO E ALEGRIA

RODO, TIRO E BOTO,

JOGO E FAÇO FÉ.

SOU NUVEM, VENTO E POEIRA

QUANDO QUERO, HOMEM E MULHER

SOU DAS PRAIAS, E DA MARÉ.

OCUPO TODOS OS CANTOS.

SOU MENINO, AVÔ, MALUCO ATÉ

POSSO SER JOÃO, MARIA OU JOSÉ

SOU O PONTO DO CRUZAMENTO.

DURMO ACORDADO E RONCO FALANDO

CORRO, GRITO E PULO

FAÇO FILHO ASSOBIANDO

SOU ARGAMASSA

DE SONHO CARNE E AREIA.

SOU A GENTE SEM BANDEIRA,

O ESPETO, MEU BASTÃO.

O ASSENTO? O VENTO!..

SOU DO MUNDO,NEM DO CAMPO

NEM DA CIDADE,

NÃO TENHO IDADE.

RECEBO E RESPONDO PELAS PONTAS,

PELOS CHIFRES DA NAÇÃO

SOU EXU.

SOU AGITO, VIDA, AÇÃO

SOU OS CORNOS DA LUA NOVA

A BARRIGA DA RUA CHEIA!...

QUER MAIS? NÃO DOU,

NÃO TOU MAIS AQUI

Edital de seleção para o Programa Oi Novos Brasis 2010. Oi Futuro abre seleção para projetos de desenvolvimento de tecnologia social em todo o país.

O Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, lança hoje o edital de seleção para o Programa Oi Novos Brasis 2010. O programa de apoio técnico e financeiro para projetos sociais busca viabilizar idéias inovadoras de todo país que utilizem a tecnologia da informação e comunicação para acelerar o desenvolvimento humano.

A seleção terá como foco o desenvolvimento de tecnologias sociais que possam ser reaplicadas em grupos sociais semelhantes. Os projetos inscritos devem atender a um dos seguintes campos de atuação: ações educacionais complementares ao sistema de educação formal, qualificação profissional voltada para geração de trabalho e renda e ampliação do acesso aos direitos humanos, econômicos, sociais ou ambientais. Serão valorizados critérios como criatividade, inovação, capacidade de apresentação de diagnóstico da comunidade atendida e de monitoramento do trabalho realizado.

Cada organização poderá inscrever até quatro projetos, mas apenas um deles poderá ser selecionado. O processo de seleção dos projetos sociais ainda levará em consideração os seguintes temas transversais:

O Oi Novos Brasis é um dos principais programas do Oi Futuro. No ano passado, o instituto investiu só neste programa cerca de R$ 2,3 milhões e desde o lançamento do programa, em 2004, já beneficiou mais de 40 mil pessoas em mais de 70 projetos. “Além de ampliar a dimensão nacional, em 2010, o Oi Novos Brasis prioriza os campos de atuação em ações educacionais, qualificação profissional e acesso aos direitos humanos, econômicos, sociais ou ambientais”, diz Wellington Silva, Diretor de Comunicação do Oi Futuro.

O edital é voltado para organizações sem fins lucrativos e devidamente legalizadas. Após a seleção dos projetos, que será realizada por um grupo de especialistas, o Oi Futuro acompanhará a implantação de cada iniciativa, auxiliando na gestão e na avaliação do impacto das atividades.

O Zelous - Telemedicina Preventiva a Favor das Crianças e Adolescentes Diabéticos Insulino-dependentes, em São Paulo, Sertão.Net na Escola, realizado pela Associação de Policultores de Cafarnaum, que promove encontros com crianças do interior e capital da Bahia através de videoconferências,. Inclusão Digital e Profissional de Jovens em Comunidades Rurais do Tocantins e Educação Inclusiva, que é realizado em Sergipe pelo Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação_IPTI são algumas das iniciativas selecionadas pelo Oi Novos Brasis no ano passado.

Por apostar no desenvolvimento de soluções sociais, o Oi Novos Brasis dispõe ainda de uma rede virtual de relacionamento para troca de experiência entre os parceiros. Também são realizados encontros anuais, onde os integrantes das organizações parceiras se conhecem pessoalmente e iniciam conversas para parcerias concretas.

As inscrições, assim como o regulamento de participação, estarão disponíveis no site de 25 de maio a 26 de julho.

Os projetos deverão ser inscritos exclusivamente pelo site www.oifuturo.org.br/oinovosbrasis2010 , através do preenchimento do formulário de inscrição. Antes de iniciar este processo, recomendamos que você faça o download do formulário de inscrição em pdf aqui.


Sobre o Oi Futuro
O Oi Futuro tem a missão de desenvolver, apoiar e reconhecer ações educacionais e culturais inovadoras, que promovam o desenvolvimento humano, utilizando tecnologia de comunicação e informação. O principal foco das ações do instituto de responsabilidade da Oi é a promoção de um futuro melhor para a juventude brasileira, reduzindo distâncias geográficas e sociais.

Os programas Oi Tonomundo, Oi Kabum! (escolas de arte e tecnologia), NAVE e Oi Novos Brasis atendem 600 mil crianças e jovens. O Oi Conecta, um programa em parceria com o Governo Federal, leva banda larga a mais de 37 mil escolas públicas, beneficiando cerca de 24 milhões de alunos.

Na área cultural, o Oi Futuro atua como gestor do Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, mantém dois espaços culturais no Rio de Janeiro (RJ) e um em Belo Horizonte (MG), além do Museu das Telecomunicações nas duas cidades. O Oi Futuro apóia, ainda, projetos aprovados pelo FIA – Fundo para Infância e Adolescência - FIA e pela Lei de Incentivo ao Esporte. A Oi foi a primeira companhia de telecomunicações a apostar nos projetos sócio-esportivos inseridos na nova Lei.

Mais informações
Alice Abbud
Oi – Comunicação Corporativa / www.oifuturo.org.br
(61) 3415-1191
(61) 8401-8095
alice@oi.net.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.