quarta-feira, 31 de março de 2010

Redes Indígenas

Pontos de Cultura Indígena marcam presença na TEIA 2010 e elaboram propostas
A importância da implantação de Pontos de Cultura (PCIs) para a valorização das culturas dos povos indígenas foi o principal destaque dos debates do Teia das Ações - Redes Indígenas, no âmbito do Teia Cultural 2010: Tambores Digitais, realizada no Centro Dragão do Mar de Cultura e Arte, em Fortaleza/CE.
O encontro, promovido pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID), reuniu vários Pontos de Cultura Indígenas, dentre eles o Vídeo nas Aldeias e os Índios On-line, que fizeram um relato das experiências vivenciadas até o momento, principalmente com o registro, por meio de recursos audiovisuais, de suas expressões culturais.
Para as lideranças indígenas presentes no evento, os cerca de 60 Pontos de Cultura existentes, hoje, parte pelo programa Cultura Viva, parte pelo programa Mais Cultura, têm ajudado a proteger e a divulgar a cultura tradicional de seus povos. A liderança indígena Ashaninka, Moisés da Silva Pinhata, acredita que os Pontos de Cultura vão assegurar a manutenção das crenças e dos conhecimentos tradicionais: “Também podemos, com os documentários, levar o conhecimento de nossa história às pessoas que vivem fora das aldeias”.
No encontro, que contou com a participação de parceiros do Ministério da Cultura, como o Museu do Índio (FUNAI), a Rede Povos da Floresta, a Associação Cultura e Meio Ambiente (ACMA) e o Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, dentre outros, foram levantadas ainda as dificuldades enfrentadas para a criação dos Pontos de Culturas nas aldeias indígenas. “Enfrentamos problemas de logística, por exemplo, para fazer os computadores chegarem até a floresta. Tivemos que carregá-los nas costas e transportá-los por canoa, que é o único transporte que chega até algumas aldeias”, contou Virgínia Gandres, da Rede Povos da Floresta.
Jaborandy, participante do projeto Índios On-line, que se tornou, em 2004, Ponto de Cultura, e que funciona, atualmente, como uma rede social abrangendo 25 etnias do Brasil, ao relatar sua experiência, declarou que ela tem ajudado não só a valorizar a cultura indígena, mas também a expandir esse conhecimento para outros Pontos de Cultura.
O relato proporcionou o surgimento da principal proposta apresentada no encontro, pelo representante da Rede de Ensino Superior Indígena, Neimar Machado: a criação de um Pontão de Cultura para integrar todos os Pontos de Cultura Indígena e as Redes já existentes.
O secretário da SID, Américo Córdula, presente na reunião, disse que os 30 primeiros Pontos de Cultura Indígena implantados pelo programa Mais Cultura são uma experiência piloto, e que, até o final de 2010, devem ser implantados mais 135 pontos em aldeias e comunidades indígenas de todo o país. “Queremos agregar novos parceiros para sedimentar esse projeto até o final do ano”, afirmou Córdula. Ele lembrou ainda que o Colegiado Setorial para as Culturas Indígenas, do Conselho Nacional de Política Cultural ajudará na criação do Plano Setorial de Cultura Indígena, que delineará as ações para o segmento.

Redes Indígenas

Pontos de Cultura Indígena marcam presença na TEIA 2010 e elaboram propostas
A importância da implantação de Pontos de Cultura (PCIs) para a valorização das culturas dos povos indígenas foi o principal destaque dos debates do Teia das Ações - Redes Indígenas, no âmbito do Teia Cultural 2010: Tambores Digitais, realizada no Centro Dragão do Mar de Cultura e Arte, em Fortaleza/CE.
O encontro, promovido pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID), reuniu vários Pontos de Cultura Indígenas, dentre eles o Vídeo nas Aldeias e os Índios On-line, que fizeram um relato das experiências vivenciadas até o momento, principalmente com o registro, por meio de recursos audiovisuais, de suas expressões culturais.
Para as lideranças indígenas presentes no evento, os cerca de 60 Pontos de Cultura existentes, hoje, parte pelo programa Cultura Viva, parte pelo programa Mais Cultura, têm ajudado a proteger e a divulgar a cultura tradicional de seus povos. A liderança indígena Ashaninka, Moisés da Silva Pinhata, acredita que os Pontos de Cultura vão assegurar a manutenção das crenças e dos conhecimentos tradicionais: “Também podemos, com os documentários, levar o conhecimento de nossa história às pessoas que vivem fora das aldeias”.
No encontro, que contou com a participação de parceiros do Ministério da Cultura, como o Museu do Índio (FUNAI), a Rede Povos da Floresta, a Associação Cultura e Meio Ambiente (ACMA) e o Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, dentre outros, foram levantadas ainda as dificuldades enfrentadas para a criação dos Pontos de Culturas nas aldeias indígenas. “Enfrentamos problemas de logística, por exemplo, para fazer os computadores chegarem até a floresta. Tivemos que carregá-los nas costas e transportá-los por canoa, que é o único transporte que chega até algumas aldeias”, contou Virgínia Gandres, da Rede Povos da Floresta.
Jaborandy, participante do projeto Índios On-line, que se tornou, em 2004, Ponto de Cultura, e que funciona, atualmente, como uma rede social abrangendo 25 etnias do Brasil, ao relatar sua experiência, declarou que ela tem ajudado não só a valorizar a cultura indígena, mas também a expandir esse conhecimento para outros Pontos de Cultura.
O relato proporcionou o surgimento da principal proposta apresentada no encontro, pelo representante da Rede de Ensino Superior Indígena, Neimar Machado: a criação de um Pontão de Cultura para integrar todos os Pontos de Cultura Indígena e as Redes já existentes.
O secretário da SID, Américo Córdula, presente na reunião, disse que os 30 primeiros Pontos de Cultura Indígena implantados pelo programa Mais Cultura são uma experiência piloto, e que, até o final de 2010, devem ser implantados mais 135 pontos em aldeias e comunidades indígenas de todo o país. “Queremos agregar novos parceiros para sedimentar esse projeto até o final do ano”, afirmou Córdula. Ele lembrou ainda que o Colegiado Setorial para as Culturas Indígenas, do Conselho Nacional de Política Cultural ajudará na criação do Plano Setorial de Cultura Indígena, que delineará as ações para o segmento.

Redes Indígenas

Pontos de Cultura Indígena marcam presença na TEIA 2010 e elaboram propostas
A importância da implantação de Pontos de Cultura (PCIs) para a valorização das culturas dos povos indígenas foi o principal destaque dos debates do Teia das Ações - Redes Indígenas, no âmbito do Teia Cultural 2010: Tambores Digitais, realizada no Centro Dragão do Mar de Cultura e Arte, em Fortaleza/CE.
O encontro, promovido pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID), reuniu vários Pontos de Cultura Indígenas, dentre eles o Vídeo nas Aldeias e os Índios On-line, que fizeram um relato das experiências vivenciadas até o momento, principalmente com o registro, por meio de recursos audiovisuais, de suas expressões culturais.
Para as lideranças indígenas presentes no evento, os cerca de 60 Pontos de Cultura existentes, hoje, parte pelo programa Cultura Viva, parte pelo programa Mais Cultura, têm ajudado a proteger e a divulgar a cultura tradicional de seus povos. A liderança indígena Ashaninka, Moisés da Silva Pinhata, acredita que os Pontos de Cultura vão assegurar a manutenção das crenças e dos conhecimentos tradicionais: “Também podemos, com os documentários, levar o conhecimento de nossa história às pessoas que vivem fora das aldeias”.
No encontro, que contou com a participação de parceiros do Ministério da Cultura, como o Museu do Índio (FUNAI), a Rede Povos da Floresta, a Associação Cultura e Meio Ambiente (ACMA) e o Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, dentre outros, foram levantadas ainda as dificuldades enfrentadas para a criação dos Pontos de Culturas nas aldeias indígenas. “Enfrentamos problemas de logística, por exemplo, para fazer os computadores chegarem até a floresta. Tivemos que carregá-los nas costas e transportá-los por canoa, que é o único transporte que chega até algumas aldeias”, contou Virgínia Gandres, da Rede Povos da Floresta.
Jaborandy, participante do projeto Índios On-line, que se tornou, em 2004, Ponto de Cultura, e que funciona, atualmente, como uma rede social abrangendo 25 etnias do Brasil, ao relatar sua experiência, declarou que ela tem ajudado não só a valorizar a cultura indígena, mas também a expandir esse conhecimento para outros Pontos de Cultura.
O relato proporcionou o surgimento da principal proposta apresentada no encontro, pelo representante da Rede de Ensino Superior Indígena, Neimar Machado: a criação de um Pontão de Cultura para integrar todos os Pontos de Cultura Indígena e as Redes já existentes.
O secretário da SID, Américo Córdula, presente na reunião, disse que os 30 primeiros Pontos de Cultura Indígena implantados pelo programa Mais Cultura são uma experiência piloto, e que, até o final de 2010, devem ser implantados mais 135 pontos em aldeias e comunidades indígenas de todo o país. “Queremos agregar novos parceiros para sedimentar esse projeto até o final do ano”, afirmou Córdula. Ele lembrou ainda que o Colegiado Setorial para as Culturas Indígenas, do Conselho Nacional de Política Cultural ajudará na criação do Plano Setorial de Cultura Indígena, que delineará as ações para o segmento.

Teia Cultural 2010

Indígenas aprovaram a criação de um Pontão Virtual
Os representantes dos mais de 30 Pontos de Cultura Indígenas (PCIs) presentes no 4º Encontro Nacional de Pontos de Cultura da Teia Brasil 2010 - Tambores Digitais realizado de 25 a 31 março, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CDMAC), em Fortaleza, aprovaram um relatório final, que tem como uma das principais propostas a criação de um Pontão Virtual para integrar todos os Pontos de Cultura Indígena.
O relatório apresentado na Plenária Final do Teia das Ações, no dia 27, será encaminhado ao Colegiado de Culturas Indígenas do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) e à Subcomissão de Cultura e Comunicação da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI).
O Encontro, promovido pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural e que contou com a participação de instituições indigenistas, como a ACMA (Associação de Cultura e Meio Ambiente), do Museu do Índio e Museu Nacional, aprovou ainda a criação de uma lei específica para atender a dinâmica da diversidade cultural de forma a simplificar e desburocratizar a Lei nº 8.666 (Lei dos Editais).
Uma outra proposta aprovada pelos Pontos de Cultura da Rede Indígena presentes no Teia Brasil 2010 é a que trata da formação de multiplicadores em todas as capacidades exigidas para a existência dos PCIs, como a manutenção de equipamentos e a produção de audiovisual.
Os delegados querem também que os PCIs fomentem a produção de material didático para a educação indígena diferenciada e a participação dos representantes indígenas nos processos de formação, capacitação e implementação da Lei nº 11.645, de forma articulada com os Ministérios da Educação e da Cultura, além do registro das 180 línguas indígenas existentes, priorizando as que correm o risco de serem extintas.
No relatório final constam ainda propostas relacionadas aos projetos de lei para a cultura. Entre os itens aprovados, os PCIs devem trabalhar a mobilização da sociedade para a aprovação do Fundo Nacional da Diversidade Cultural e para a criação da Lei Cultura Viva, ou para sua inclusão no Projeto de Consolidação das Leis Sociais. Os Pontos de Cultura Indígena devem colaborar também na construção do Plano Setorial de Cultura Indígena para os próximos 10 anos.
O encontro, realizado nos dias 26 e 27, contou com a participação de 40 delegados das etnias Jaboti Canoé, Ashaninka, Kuntanawa, Katukina, Arara, Xavante, Tupinambá e Surui, dentre outras. O objetivo do Teia das Ações, no âmbito do 4º Encontro Nacional dos Pontos de Cultura, foi a troca de experiências, a consolidação dos programas Cultura Viva e Mais Cultura como políticas de estado e o fortalecimento e integração das redes de cultura indígena existentes em todo o país.
(Heli Espíndola- Comunicação/SID)

DUCIOMAR VAI TERCEIRIZAR O SAMU-192

O samu-192 possui 17 ambulâncias doadas pelo ministério da saúde de acordo com o contingente populacional, sendo 13 USBs (Unidade de Suporte Básico) e 4 USAs (Unidade de Suporte Avançado) e cada uma destas ambulâncias recebe um valor do ministério da saúde para sua manutenção, ou seja, aproximadamente 30 mil para cada USB e 40 mil para cada USA. A prefeitura só teria que administrar o recurso com competência, responsabilidade e honestidade que nunca faltaria ambulância na rua para atender a população.
Mas competência, responsabilidade e honestidade não fazem parte do dicionário do prefeito Duciomar, principalmente honestidade. O prefeito, sem se importar com as leis máximas do nosso país, vai terceirizar as ambulâncias do SAMU e sua coordenação de infra-estrutura, com toda sua cara de pau, vai passar para a iniciativa privada o rumo de um programa nacional que recentemente doou para os municípios paraenses mais de cinqüenta ambulâncias, fortalecendo a política nacional de urgência e emergência, indo na contra mão da história, e o que é pior, informações dão conta de que a empresa contratada é de seu sobrinho Saulo Costa.
Ele pode até querer justificar dizendo que com a iniciativa privada a gestão pode ficar mais eficiente, mas como pode isso acontecer? Já que a gestão dele não funciona como prefeito, como pode funcionar como iniciativa privada? E se funcionar, é porque o sucateamento do serviço foi de propósito, para justificar a terceirização e sua empresa crescer com o dinheiro dos cofres públicos. Outra pergunta que não quer calar é a seguinte: por que pagar por um serviço já que o tenho de graça? A prefeitura recebe ambulâncias doadas pelo ministério da saúde e mais recurso para mantê-las funcionando, então, para quê pagar por ambulâncias particulares, se posso ter ambulância de graça e ainda receber por isso? A resposta é simples, para enriquecer ainda mais! Pois, assim como já acontece com a alimentação dos prontos socorros que é fornecida pela empresa dele, como acontece com a Belém ambiental que também tem ligação com ele, a empresa prestadora de serviço que vai gerenciar o SAMU, também é dele, com isso todos os serviços da prefeitura terceirizados por ele serão de empresas dele. Sabe o que vai acontecer? O prefeito vai pegar o dinheiro vindo do ministério da saúde, vai pagar pra ele mesmo fazer, como iniciativa privada, o que ele deveria fazer como gestão, isso se fizer, pois ele mesmo vai se fiscalizar, este cara é um mestre dos pilantras.
A resposta para a eficiência do serviço público não está na terceirização e sim na competência de gerenciar os recursos públicos, pois dinheiro não falta, o governo federal repassa religiosamente os recursos, assim como o governo do estado; não sou petista, mas as verbas vêm o que falta é competência e honestidade.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_yX429OTrEApgJfi-e_joNCF_hkPy2u2lF8LS7hV-R_vZVVUHmwCMLMLL-7k7GFgsv_cBuGx_LXX27uVyTlSj1oMs1L9zyNEQ80ZdjVGPf7I52Gm76QMFZNDkHNO0evkrv4EzkGNfLfhh/s1600/folder_dentro_oxumare.jpg

NO CENSO 2010 AFIRME SUA IDENTIDADE RELIGIOSA, AFINAL, QUEM É DE AXÉ DIZ QUE É!!!