sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Bob marley "no woman no cry" 1979

OS VALORES DO VODUN NO BENIN

Uma característica existencial do homem desde o despertar de sua consciência é a religiosidade que brota a partir do limite que cede a ascensão necessária ao transcendente,não sendo limitado a um culto ou a um veículo estabelecido todos os homens são religiosos de alguma forma,mesmo que uns sejam mais do que outros.A religião de cada homem deve muito ás culturas das quais eles são essências. No caso do Benin,é evidente que encontraremos algumas divergências no fenômeno Vodum. A maior parte do povo beninense têm as raízes culturais muito semelhantes e praticamente a mesma origem histórica,por essas razões nessa região dos fons a religiosidade é manifestada totalmente em Vodum,mesmo para aqueles que se converteram a outras religiões.

Vodum é adorado e venerado como divindade. Isso também define o todo social o psicológico,e está em torno da estrutura sobrenatural deste tipo popular de religiosidade.Na verdade o Vodum está no todo. Antes da chegada de outras religiões no Benin, principalmente o cristianismo,todas as famílias faziam parte do culto Vodum.Quando esses missionários chegaram,tentaram converter a população alegando que Vodum era demônio. Encontram muita resistência por parte dos fons que tinham e têm raízes profundas no culto de seus ancestrais. Vejamos agora uma breve explanação sobre no que consiste o Vodum e seus objetivos. Mawu,o Deus Supremo A cultura do sul do Benin,representada pelos Fons,Gun,Mina e Ewe é considerada por uma mesma concepção de divindades. A convicção na existência de um Deus superior é geral,este Deus,conhecido como um Ser Supremo Transcendente,é chamado de Mawu,Ele criou tudo. Este Deus já existia entre esse povo muito antes da chegada das grandes religiões monoteístas (Cristianismo, Islamismo) Para os Fon,este Deus Mawu também éconhecido como: Dada Segbô,Sêmêdô ou Gbedoto dependendo a que obra de Mawu a pessoa esta se referindo. Dada Segbo - enfatizando a criação do mundo. Sêmêdô - enfatizando o princípio da existência. Gbedoto - enfatizando o princípio da vida. Mas,se não há nenhuma dúvida acerca do Deus Supremo Mawu na mentalidade desses povos, então de onde vem esta prática de Vodum?Responder esta pergunta significa mostrar a relação existente entre Mawu e Vodum.

Mawu e Vodum Mawu é considerado o grande Deus supremo pelos fons e sendo assim não deve ser incomodado a toda hora com os problemas pessoais. Os fons acreditam que o ser humano não pode alcançá-lo se não for através dos Voduns. Para o povo do Benin Mawu delegou sua força/ energia aos Voduns para que esses tomassem conta dos homens e os ajudassem. Vodum é identificado como uma criatura de Mawu de acordo com a expressão “Mawu wê do Vodu lê”(os representantes de Mawu estão entre os homens para atender suas necessidades) Vodum representa tudo que é sagrado e toda asenergias que vêem do mundo invisível para influências o mundo dos vivos. Os Voduns recebem cultos devido à sua proximidade com os homens. Qualidades divinas são atribuídas a eles, caracterizados por serem espíritos que estão acima de todas as leis naturais. Não existe um culto específico para Mawu,a não ser orações e referências espontâneas como: “Mawu na blô”(Deus ajudará, Deus te ajude),“Kpê Mawu ton” (Deus pode tudo) que são utilizadas em diversas ocasiões. Vejamos os setes primeiros Voduns que Mawu enviou a terra: Sakpata - É o filho mais velho de Mawu,a quem a terra foi confiada,AyiVodum (Vodum da terra). Sua energia é temida, seus atributos são a varíola e as manchas brancas e vermelhas na pele.Sakpata tem muitos filhos,incluindo AdaTangni Vodum da lepra) e Sinji Aglosumato( Vodum das chagas incuráveis).

Xevioso(ou Hevioso/Xebioso) - Este é o JiVodum(Vodum do céu)que se manifesta como trovão e relâmpago. É o segundo filho de Mawu,considerado o Vodum da justiça,que castiga ladrões,mentirosos e criminosos. Xevioso tem vários filhos,incluindo Aklobé e Aveheketi.Seus atributos são:o raio,o machado duplo o carneiro a cor vermelha e o fogo. Agbe - Este é ToVodum (Vodum das águas) É representado por uma serpente símbolo de tudo que dá vida.Entre seus filhos está Dan Toxosu,que representa e protege os deficientes físicos e mentais. Gu - É o Vodum do ferro e da guerra,que dá ao homem a sua tecnologia.Ele não aceita a cumplicidade com o mal.Por conseguinte é capaz de destruir todos os culpados por atos infames e criminosos.Esta personalidade de Gu é expressa pelos Fons como “da Gu do”(Gu castiga,Gu mata). Age - Quinto filho de Mawu.É o Vodum da agricultura e das florestas.Reina sobre osanimais e pássaros. Djo - É o Vodum responsável pelo ar. Legba - O filho mais novo de Mawu,o sétimo. Não ganhou nenhuma atribuição na terra,como os irmãos,por ser extremamente ciumento e cometer atos que prejudicavam os irmãos e os homens. Recebeu de Mawu a guarda do portal entre os dois mundos;o dos homens e o de Mawu, ele passou a ser o mensageiro entre os irmãos,os homens e Mawu.Ele é tudo aquilo que está além do bem e do mal. Ao lado dos filhos de Mawu se encontram Voduns protetores de clãs.Estes são os Toxwyo(antepassados divinizados) Cabe a estes manterem o vínculo entre o mundo invisível e a vida diária dos que vivem no mundo visível. De acordo com o que foi apresentado acima, podemos classificar os Voduns como: Interétnico - Voduns associados à natureza: JiVodum,AyiVodum e ToVodum. Interétnico - Voduns associados às histórias místicas:Leba e Gu. Étnico-AkoVodum - Os Voduns ancestrais divinizados: Toxwyo,Agasu e outros. GoroVodum - São Voduns mais modernos cultuados principalmente em Ghana. Eles protegem contra feitiçarias:Kokun,o Vodum das forças misteriosas e violentas é um deles. Após estas investigações, parece ser importante uma pergunta:então o que é Vodum exatamente? Pode ser dito que Vodum constitui uma classe especial de criaturas de Mawu, vivendo entre os homens. Ele está acima da humanidade,mas não é “Deus”. As expressões Fon definem: “Vodum gongon, Vodum d’ablu” (Vodum é mistério, Vodum é segredo)É por isso que Mgr. Robert Sastre disse: “devemos nos referir ao contexto social e cultural que invoca Vodum a fim de aprender o que realmente é Vodum”. Dentro do que foi dito acima, surgem algumas questões: Quais as práticas ou implicações que ilustram suas manifestações? Vodum pode ser assimilado como fetichismo ou até mesmo naturalismo? Que relação estabelece entre o indivíduo iniciado em seu culto e o seu todo cósmico, social e ambiente espiritual? Estes podem ser naturalismo, fetichismo, expressões e manifestações animistas,mas a visão básica é o argumento do naturalismo e fetichismo Vodum ligado a alguns epifenômenos em sua prática. Vodum está relacionado a diversos elementos do universo e a objetos materiais nos cultos de devoção,onde são retratados e sacrifícios lhes são oferecidos (montículos de terra,barras de metais,árvores,pedras etc) Isso nos impele a outras perguntas:Vodum é uma pessoa?Ele está no mesmo patamar que o homem?Ou está acima ou abaixo dele? A resposta a estas questões podia ser aquela em que Vodum é a estrutura ética e religiosa que estabelece uma sociedade,mas esta seria uma visão limitada de Vodum. Certas pessoas erroneamente igualam Vodum a Fetiche. Realmente, alguns vêem o culto do Vodum como uma idolatria primitiva de objetos materiais ou como um culto de matéria,sem se importarem com sua rica funcionalidade que ilustraremos abaixo. Alem disso, convém notar que estas visões erradas devem- se às abordagem etnológicas do fenômeno de Vodum que se abstém à sua função apenas física, cósmica e social na mediação religiosa.

É verdade que“Me we no ylo do Vodu b’e non nyin Vodu”(não é porque o homem o chama Vodum que é Vodum)mas por ver nele forças geradas pela interação complexa de sentido, intenções,gestos e palavras ditas. Está além de uma questão de suporte antropológico o qual coloca Vodum num sistema simbólico onde deve ser a sua performance a mediação necessária do físico e,em sendo assim,da matéria em geral.Deste modo seria mais correto traduzir“Me we no ylo do Vodu b’e non nyin Vodu” como: Uma atitude pessoal de identificação e aceitação do sagrado com o símbolo. Vodum evoca o mistério e tudo que se refere ao divino.Desta maneira,a suspeita é retirada pelo menos no que diz respeito à essência ainda que permaneça nas manifestações um tanto que desviadas do fenômeno Vodum.E a globalização dasrelações de que Vodum é um símbolo é ainda uma outra prova disto. A palavra“Gbe”que significa“a vida” significa igualmente “O Universo” E é este segundo significado que focalizamos aqui.O universo criado no seu desenvolvimento cósmico não é estranho ao desenvolvimento de Vodum. Nas expressões concretas do universo há um Vodum da terra Sakpata)um Vodum do céu (Xevioso)um Vodum da águas(Agbe)e Voduns que representam os antepassados (Toxwyo como vimos. Na verdade, todos os elementos do universo são implicados no fenômeno Vodum. Não é o que a mentalidade da imaginação do sul do Benin concebe de uma cosmogênese de Vodum: Vodum não é o gerador nem o criador do universo,mas seu elo com tudo da natureza,é uma mediação e a proteção do homem. Com efeito,a sua relação com“Gbe”encontra apenas o seu significado pela sua relação com o“Gbeto”(o homem). Vodum e o Homem A religiosidade se manifesta num homem através do fenômeno Vodum,a motivação para que ele faça e use símbolos que representem seu Vodum.Além disso os homens dizem que Vodum é um mistério,é o inefável quando se concentram nos elementos naturais,é o extraordinário, o herói e o poderoso em questões de existência humana. Enquanto o homem não conhece o nome de seu Vodum,ele o chama de“nu me sen”o venerável o adorado)Isso durante o princípio de sua iniciação no culto. Depois de identificado o Vodum,o homem passa a ser dominado por ele.Doravante nenhum aspecto da vida do homem acontece sem que seu Vodum saiba e participe. O Fá,mensageiro do Vodum,intervém enquanto a criança está no útero materno. Identifica o destino e se necessário,o altera. Semelhante a todos os nascimentos e através das situações existentes, Fá participa das iniciações dos Voduns. Curiosamente e paradoxalmente Vodum não acompanha seu iniciado na morte física. No enterro de um vodunsi são feitos rituais para remover o Vodum do morto.Aqui encontramos dois significados importantes: 1)O Vodum toma conta dos vivos e não dos mortos.
2)Vodum é um intermediário entre seu iniciado e Mawu e,quando ocorre a morte física,Vodum volta para Mawu. Como princípio de mediação,Vodum tem um papel importante na organização da sociedade humana.
Agbasa-Yiyi (sala da vida) O agbasa-yiyi é de suma importância na vida do povo Fon.É o primeiro de uma série de três rituais de iniciação ao culto Fá. Meninos e meninas podem ser iniciados até a segunda etapa do culto, porém somente os homens poderão chegar à terceira etapa. A cerimônia do agbasa-yiyi não tem rigorosamente data fixada porém não poderá ser feita após os três meses do nascimento. A proposta do Agbasa-Yiyi é apresentar a criança na “sala da vida”(agbasa)e aos ancestrais.É um rito da integração de uma ou de várias crianças da mesma geração dentro da comunidade familiar,incluindo os antepassados e os espíritos protetores da família. A consulta do Bokono revela o Joto da criança, em outras palavras,o Vodum ou o Mexo (antepassado;às vezes divinizado)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Manifesto defende “R$ 580 já”

Em documento conjunto, as centrais defendem mobilização unitária para garantir o mínimo de R$ 580. Leia abaixo trechos do manifesto:

“A política de valorização do salário mínimo, acordada pelo governo com as centrais sindicais, é seguramente a maior conquista do governo Lula, beneficiando diretamente mais de 47 milhões de trabalhadores, aposentados e idosos com aumento real de 54,3%.”

“Este expressivo ganho real representou avanços na distribuição da renda e no combate às imensas desigualdades sociais e regionais”. “Seria um retrocesso abandonar esta política de valorização”.

“Afinal, foi este aumento do poder aquisitivo - que vitaminou o mercado interno com o ciclo virtuoso do crescimento, o que permitiu ao país enfrentar os impactos negativos da crise externa com a alavancagem da produção e do consumo. Mais salário e mais emprego foi a resposta do país contra o círculo vicioso do receituário neoliberal, de privatização, arrocho e ‘ajuste fiscal’”.

“Na contramão de uma política exitosa, da qual também fez parte o fortalecimento do papel protagonista do Estado e dos investimentos sociais, foi apresentada recentemente pelo governo a proposta de reajuste do salário mínimo para R$ 540, o que representa uma variação de apenas 5,88% em relação ao valor anterior de R$ 510, inferior até mesmo aos 6,47% apontados pelo INPC, o que jogaria um balde de água fria na política de valorização. Por isso as centrais sindicais reiteram a necessidade do aumento para R$ 580, alavancando a economia nacional, ainda ameaçada pela guerra cambial desencadeada pelos norte-americanos, que continuam imersos na crise”.

“Acreditamos que é chegado o momento do governo federal olhar com mais atenção e sensibilidade para os trabalhadores. Corte de gastos públicos, arrocho do crédito e congelamento do salário – especialmente o do mínimo, como propostos pela equipe econômica, é tudo o que o país não precisa”.

“Temos a convicção de que a mobilização unitária das centrais ajudará a abrir as negociações com o governo, a fim de assegurarmos que os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral sejam plenamente materializados e o país reafirme a sua opção desenvolvimentista, com justiça social e distribuição de renda”

São Paulo, 11 de janeiro de 2011

Quintino Severo – CUT; Paulo Pereira da Silva – Força Sindical; Wagner Gomes – CTB; Antonio Neto – CGTB; Luiz Gonçalves - NCST; Ricardo Patah – UGT

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

CRIADA FACULDADE EM GÓIAS PARA AS COMUNIDADES QUILOMBOLAS


O primeiro Curso de Licenciatura Plena em Educação Quilombola – a Faculdade Kalunga – que será implantado no país, atenderá as comunidades remanescentes de quilombos do Território Kalunga localizada na Chapada dos Veadeiros, nos municípios de Cavalcante, Monte Alegre e Teresina de Goiás, no estado de Goiás.

O anúncio foi feito pelo deputado Pedro Wilson (PT-GO), que agradeceu a iniciativa do ministro da Educação, Fernando Haddad, e pediu celeridade no processo para o início do curso, ainda este ano, argumentando que a escola vai atender a demanda de uma comunidade tradicional e preencher a carência de profissionais qualificados para a área em toda a região.

Para Maria Helena Kalunga, de Monte Alegre, uma das principais lideranças na luta pela implantação do curso, esta é uma decisão histórica que coloca o Brasil entre os mais evoluídos países do mundo e resgata a história de um povo preservando sua origem e sua cultura.

Pedro Wilson lembrou que esta é uma luta histórica que envolveu, nos dois últimos anos, as comissões de Educação e Cultura, de Direitos Humanos e de Legislação Participativa da Câmara, com a realização de diversos seminários e audiências públicas, que contou com a participação de representantes da SEPPIR (Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial), do Ministério da Educação (Mec), da Fundação Palmares, das universidades Estadual e Federal de Goiás, a Universidade de Brasília (UnB), e autoridades dos municípios envolvidos e, principalmente das lideranças Kalunga.

O curso atenderá professores e ex-professores da comunidade que já possuem o ensino médio e vinham exercendo a função para cobrir a deficiência de profissionais de educação qualificados na área.

Fonte: Informes PT

DISCIPLINA

Todo Terreiro, Ilê,Ylê, Seara, Roça ou Casa de Mina, Umbanda, Ketu, Angola, Jurema, D’je D’je ou..outra denominação afro, possui um ritual e embora estes rituais se modifiquem, é necessário que haja disciplina para realizar uma gira, ou seja, NORMAS CONHECIDAS POR TOD@S desde @ dirigente ao iniciand@ que acabou de entrar. Este/a deve ser orientad@ ao máximo possível:
- com a relação a sua postura dentro do terreiro, , Ilê, Seara, Roça ou Casa;
- bem como suas obrigações e deveres para com seus irmãos;
- e claro, as normas básicas de respeito, tratamento e,
- conhecimento correto de quem são nossos mentores espirituais.
· O primeiro é ter respeito por tudo e por todos tem que ser o Dirigente e os filhos mais velhos (pois estes conhecem bem o interior de uma casa)
· Aquele que está se iniciando deve ter em seu dirigente um exemplo, uma meta a ser atingida (é claro que nenhum dirigente deve se torna “santo”, nem seus filhos serem forçados a virarem “ovelhinhas”. No terreiro , Ilê, Seara, Roça ou Casa. Cada um deve ser o que é, sem máscaras, sempre visando à auto-melhora, o auto conhecimento).
A Mina, Umbanda, Ketu, Angola, Jurema, D’je D’je e etc.. nos ensina que cada um é o que é, cada pessoa sabe em seu intimo quais são seus processos de ação e reação, infelizmente quase todos nos escondemos de nós mesmos, por falta de coragem de olharmos no nosso espelho interior, vermos nossos defeitos para podermos dar o primeiro passo para mudança. Para isso contamos com o auxilio fraternal das Entidades de Aruanda e também os conselhos dos Pais e Mães de Santo, Iyás, Tátas e M’ametus experientes e sincer@s.
Mostrar o caminho não significa decretar, QUE A RELIGIÃO NÃO AGRIDE AS CONSCIÊNCIAS, NÃO VISA TORNAR NINGUÉM INFELIZ OU VAZIO DE RELIGIOSIDADE.
Por isso é importante @ Dirigente observar que se um/a nov@ integrante da corrente veio de outra religião e naquele momento de sua vida deseja abraçar a que se est, não é de repente que essa pessoa vai esquecer a fé que moveu por dentro durante tanto tempo.
O/A VERDADEIR@ RELIGIOS@ RESPEITA OS CREDOS E SABE QUE A MESMA FÉ QUE O FAZ AMAR SEUS, ORIXÁS, VODUNS, INKISES, GUIAS E CABOCLOS PROTETORES, FAZ UM CATÓLICO AMAR SUA IGREJA, OU UM MUÇULMANO AMAR ALÁ.
Com relação à conduta dos médiuns para com as entidades, a Religião tem por norma seguir os seguintes tópicos:
1) O/A médium de verdade deve ter em mente que todos são iguais (se há diferenças na hierarquia é porque os que chefiam, são as que mais trabalham e menos falam…).Isto quer dizer que os médiuns não devem sequer pensar que sua entidade, seu orixá, seu inkisse ou seu vodun, é melhor que do seu irmão. Essas entidades preferem que seus filhos falem menos e trabalhem mais pelo seu próximo.

2) Não há necessidade de “chamar” seu protetor em qualquer hora ou lugar, principalmente evite falar da sua mediunidade em bares, ou na rua. As coisas da espiritualidade deve ser discutidas na tranqüilidade, e com pessoas que queiram falar sobre o assunto.

3) Nunca fale mentiras ou cometa erros em nome de seu orixá, inkice, vodun ou caboclo, pois nenhuma entidade acoberta isto ou aquilo dos seus “cavalos”.

4) Não é em todo lugar que os nossos protetores “baixam”, nem todo lugar é sagrado e num ambiente pesado, não há a mínima vibratória para sua atuação.

6) Nunca desobedeça as ordens da sua entidade, nunca queira fazer algo que você ache que ela faria. Espere sua orientação.
Com isso, espero que tod@s reflitam.
Ashé, Àsé, Axé e Saravá!!