Oríkì fún Yemoja
Yemoja mo pe
Yèyé omo eja mo pe
Eniti nso agan di olomo mo pe
Eniti nso talaka di olowo mo pe
Inu re ni Olokun ti jade
Inu re ni Òsóòsí ti jade
Inu re ni Osun ti jade
Inu re ni Olosa ti jade
Ko wa gbo igbe ebe mi.
Tradução
Yemoja eu te chamo
Mãe dos filhos peixes eu te chamo
A pessoa que tornou aquela mulher fértil para ter filhos, eu te chamo
A pessoa que tornou pobre em rico, eu te chamo
Dentro de você, saiu Olokun
Dentro de você, saiu Oxossí
Dentro de você, saiu Osun
Dentro de você, saiu Olosá
Para você ouvir o meu grito de clamor...
Sou Bàbá Kytalamy, Afro - Religioso da Nação Vodun Jeje ( Tambor de Mina) Filho do Grandioso João de Guapindaia ( Afro - Religioso, Folclorista) Neto de Manoel Colaço, Filho de Oxóssy com Iansã ( Toy Vondereji com Fina Jóia). Tenho 26 anos de Santo, defensor da Liberdade de Cultos, luta contra intolerância de uma sociedade que não conhece suas raízes afro. Também sou Mestre em Cultura Popular ( Pássaro Junino - Reconhecido pelo Minc)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Hit “Metralhadora” pode ser proibido em Carnaval
Após fazer muito sucesso nos primeiros dias do Carnaval e ser cantado por vários cantores na Bahia, o hit “Paredão Metralhadora” pode estar com os dias contados na folia baiana. De acordo com informações publicadas no portal MSN, o Ministério Público da Bahia emitiu um alerta sobre a música.
A recomendação diz que artistas, bandas, blocos e entidades carnavalescas que foram contratados com recursos públicos não devem executar músicas, danças ou coreografias que incentivem a violência no Carnaval de Salvador.
A recomendação que foi enviada ao Governo do Estado e Prefeitura Municipal da Bahia tem como base a Lei Estadual n° 12.573/12 e a Lei Municipal 8.286/12 e pode impedir que a música “Paredão Metralhadora”, da Banda Vingadora, seja tocada durante o período.
NO TAMBOR DE MINA NÃO SE FAZ OLUBAJÉ
Quando se fala de tradicão se estabelece um dialogo entre o passado e o presente entre as práticas ritos e formas de expressão a partir de um contínuo fazer simbólico que reforça o sentimento de pertencimento. Assim a prática ritualística tem que ser fiel a sua gênese historica e mítica. No Maranhao as Casas de Tambor de Mina realizam a mesa de Toy Akossu chefe da família Danbirá do pateon de Odan Mina Djeje. Trata-se de um rito de oferta de alimento sacro Mina aos adeptos. NÃO SE TRATA DE OLUBAJÉ que é uma tradicao nagô ketu baiana. Vamos aqui ressaltar que o Tambor de Mina do Maranhão afora Casa das Minas é predominantemente nagô com grande influêcia djeje por isso Djeje-Nagô. Tal influência deu-se no período de estruturação das grandes casas em suas trocas de conhecimentos quando da necessidade de unir para proteger da opressao e isso conservou muita coisa. Claro que a junção não foi fusão e sim superposição baseada em respeito a ritos próprios. Assim 20 de janeiro ou 11 de fevereiro é o grande dia dos voduns jeje nos espaços dos terreiros tradicionais do Tambor de Mina. Assim no Tambor de Mina,seja no Maranhão ou em qualquer outro lugar a família de Toy Akossu não reconhece o OLUBAJÉ do candomblé. Nunca esse rito (olubajé) foi realizado nas casas de Mina do Maranhão , casa de Pai Jorge de Yemanja, Casa Fanti, e nem seus descendentes realizam. Pior que a deturpaçao do modelo ritual é a inserção de cânticos típicos do Olubajé do candomblé como aê aje um bò.... Neste sentido se faz esse esclarecimento com sentido de salvaguarda e proteção dos modos de ser e formas de expressão do Tambor de Mina nascido no Maranhão para o Brasil hoje um patrimonio cultural tradicional que deve ser acautelado e protegido "de inovações ou enxertos" descaracterizantes. NÃO SE FAZ OLUBAJÉ NO TAMBOR DE MINA pois não compõe sua estrutura ritual tradicional e bem viva. Vodùn adoji Akossu. (Neto de Azile - especialista em gestão do patrimônio cultural imaterial/Crespial/Unesci/Iphan e Vodùno do Tambor de Mina)
Foto de um suposto com notas do Desfile é investigada
Rio - Depois do jurado de bateria Fabiano Rocha ter deixado o desfile do Grupo Especial pouco antes do início oficial do carnaval da Sapucaí no domingo, um outro quesito está sob o risco de ter uma de suas notas eliminadas. Está circulando nas redes sociais uma fotografia de um suposto mapa de notas da Liga Especial das Escolas de Samba. A imagem sugere que um dos julgadores do quesito Mestre Sala e Porta-Bandeira vazou ou deixou que vazassem as notas das escolas Estácio, Ilha, Beija-Flor e Grande Rio, referentes ao primeiro dia de desfiles.
O presidente da Liesa, Jorge Castanheira acredita que a foto seja apenas uma brincadeira de mau gosto, “maledicência de algum espírito de porco”. Ele explicou que qualquer pessoa pode baixar o arquivo do mapa de notas no site da Liesa. Mesmo assim, garante que irá investigar o caso:
— Eu já fiz algumas pesquisas e acredito que seja apenas uma tentativa de desestabilizar o campeonato. Mas assim que abrirmos os envelopes no momento da apuração na quarta-feira, vamos comparar as caligrafias. Se a foto que está na internet bater com a caligrafia e as notas de algum jurado, estas serão anuladas.
Segundo ele, o regulamento já prevê que no caso de um jurado faltar, esquecer de lançar alguma nota, vazamento de notas ou mesmo qualquer outra irregularidade, as notas do julgador envolvido são anuladas e substituídas pelas notas mais altas entre os outros julgadores do quesito.
A mesma norma será aplicada no quesito da bateria, depois que Fabiano Rocha deixou o campeonato. Jorge Castanheira não informou a razão, mas confirmou que a decisão pelo afastamento foi tomada depois de uma conversa entre ele e Fabiano.
— Ele me explicou suas razões, nós conversamos e chegamos a conclusão que seria melhor para ele deixar o desfile deste ano. Fabiano já trabalhou conosco em julgamentos no grupo de Acesso e no ano passado foi julgador do grupo Especial. É um excelente julgador, muito criterioso, e espero poder contar com ele novamente no futuro — afirmou.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Seis escolas abrem neste domingo o desfile do Grupo Especial na Sapucaí
Outras seis escolas vão se apresentar na segunda-feira.
Desfile está marcado para começar às 21h30.
Alba Valéria MendonçaDo G1 Rio
O desfile das escolas de samba do Grupo Especial do Rio começa neste domingo (7), a partir das 21h30, no Sambódromo, no Centro do Rio. Nesta primeira noite de apresentação, o público poderá conferir o que Estácio de Sá, União da Ilha do Governador, Beija-Flor de Nilópolis, Acadêmicos do Grande Rio, Mocidade Independente de Padre Miguel e Unidos da Tijuca prepararam para este carnaval. Nas segunda-feira (8), outras seis escolas complementam os desfiles do grupo.
de São Jorge (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1)
Quando a sirene tocar anunciando a entrada da primeira escola do Grupo Especial a pisar no Sambódromo do Rio, na noite de 7 de fevereiro para os 3.200 componentes da Estácio de Sá vai ser como o anúncio de uma grande celebração de fé, quase uma procissão de samba. Com as bênçãos da Arquidiocese doRio de Janeiro, a escola vai buscar o campeonato contando e história do santo mais querido dos cariocas: São Jorge.
No enredo “Salve Jorge! O guerreiro na fé”, de Chico Spinoza, Tarcísio Zanon e Amauri Santos, o Leão, símbolo da Estácio sai em busca da história do santo guerreiro na Capadócia, onde ele teria nascido. Da infância de São Jorge, passando por seu martírio até a sua adoração pelo mundo.
A escola presidida por Leziário Nascimento vai se apresentar com sete carros e um tripé e 3.200 componentes, divididos em 29 anos. A comissão de frente foi coreografada por Márcio Moura. O samba será interpretado por Wander Pires. A bateria tem o comando de mestre Chuvisco e traz como rainha Luana Bandeira. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira é formado por Márcio Souza e Alcione. A vermelho e branca do Morro de São Carlos foi campeã da Série A, do Grupo de Acesso, em 2015.
para falar das Olimpíadas (Foto: Divulgação/ União
da Ilha do Governador)
Às vésperas dos Jogos de 2016, os deuses do Olimpo decidem vir ao Rio para conhecer a cidade e ver se ela está preparada para o evento. Aqui chegando, eles logo se encantam não só com as belezas naturais e os pontos turísticos da cidade, como descobrem que o Rio tem vocação esportiva.
No enredo “Olímpico por natureza. Todo mundo se encontra no Rio", os carnavalescos Paulo Menezes e Jack Vasconcelos mostram que sob o sol, uma pira olímpica natural, o carioca pratica muitos outros esportes, como surfe, voo livre, escalada, trekking, em praias, rios, florestas e montanhas, em paisagens encantadoras. E depois de conhecer o samba, vai ser difícil para os deuses voltar ao Olimpo.
A União da Ilha vem com 3.300 componentes, divididos em 33 alas e seis carros e um tripé. O samba é interpretado por Ito Melodia com a bateria comandada por Mestre Ciça. A rainha de bateria é a modelo Bianca Leão. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira é formado por Marcinho e Shayene. Em 2015, a escola ficou em nono lugar.
homenageado pela Beija-Flor (Foto: Alba Valéria
Mendonça/ G1)
A Deusa Nilopolitana, como a escola é carinhosamente chamada, vai contar neste carnaval a história do político, poeta, professor, músico e escritor do Império, que dá nome a avenida dos desfiles: o Marquês de Sapucaí. E para contar a história do mineiro que por onde passou deixou um legado de prosperidade, a escola vai se apresentar luxuosa, como gosta.
Fran Sérgio, Laíla, Victor Santos, André Cezari, Claudio Russo, Ubiratan Silva e a pesquisadora Bianca Behrends assinam o enredo “Mineirinho genial! Nova Lima – cidade natal. Marquês de Sapucaí – o poeta imortal”, que conta da história do marquês desde o nascimento na época áurea da extração do ouro em Minas Gerais, passando pelo período como professor da Princesa Isabel e as benfeitorias que fez como político influente no Brasil imperial.
A escola também vai celebrar os 25 anos de carreira do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira Claudinho e Selminha Sorriso e os 40 anos de avenida do intérprete Neguinho da Beija-Flor. Para isso vai desfilar com 3.900 componentes, em 40 alas e com sete carros e um tripé. A bateria sob a regência dos mestres Rodney e Plínio, tem como rainha Raíssa de Oliveira. Em 2015, a Beija-Flor foi a campeã do carnaval carioca.
representa o cultivo do fruto em Santos (Foto: Alba
Valéria Mendonça/ G1)
Partindo de uma lembrança de infância do carnavalesco Fábio Ricardo, a Grande Rio vai fazer uma homenagem à cidade de Santos, do litoral paulista. E parte da uma cantiga de roda para lembrar a fundação da cidade cercada de lendas e mistérios, inclusive a que diz quem bebe das águas da Fonte do Itororó nunca mais quer deixar o lugar.
O enredo “Fui no Itororó beber água, não achei. Mas achei a bela Santos e por ela me apaixonei...” explica desde o motivo do nome da cidade, as disputas por pelas terras por, lembra as plantações de café e a influência portuguesa na arquitetura. Mas não esquece que Santos se transformou num celeiro de craques do futebol, onde surgiram Pelé, Neymar e Robinho.
A Grande Rio vai desfilar com seis carros e um tripé. Os 3.400 componentes estarão espalhados por 33 alas. A atriz Paloma Bernardi estreia como rainha da bateria, comandada por mestre Thiago Diogo. O intérprete é Emerson Dias e o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Daniel Werneck e Verônica Lima. A escola ficou na terceira colocação no ano passado.
Mocidade Independente de Padre Miguel
para fazer o povo refletir (Foto: Alba Valéria
Mendonça/ G1)
Um convite à reflexão é o que a Mocidade propõe neste carnaval. Para isso, convidou a personagem Dom Quixote de La Mancha para conhecer o Brasil. Mas como se trata de uma personagem do livro de Miguel de Cervantes, é através dos livros que ele começa a descobrir o país. Um lugar belo e aprazível, mas com tantas manchas em sua história quantos moinhos que, em sua mente, ele tem de enfrentar.
Os carnavalescos Alexandre Louzada e Edson Pereira dizem que o enredo “O Brasil de La Mancha: sou Miguel, Padre Miguel. Sou Cervantes, sou Quixote cavaleiro, pixote brasileiro” é um alerta para que não se cometa erros que marcaram nossa história, como escravidão, ditadura, ganância e corrupção, e uma mensagem de esperança de que a vida pode melhorar.
A Mocidade vai desfilar com sete alegorias e um tripé. Ao todo serão 3.800 componentes em 38 alas. O intérprete é Bruno Ribas e o mestre de bateria, Dudu. A rainha de bateria é Cláudia Leitte. O pavilhão da escola é defendido pelo mestre-sala Diogo Jesus e a porta-bandeira Cristiane Caldas. No carnaval passado, a escola ficou na sétima colocação.
representadas num carro da Unidos da Tijuca
(Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1)
A escola do Morro do Borel faz uma homenagem à cidade de Sorriso, no Mato Grosso, capital do agronegócio. Então, nada melhor do que cantar a terra, lembrar o solo sagrado, no qual em se plantando tudo dá. A Unidos da Tijuca começa seu desfile contam a história de lenda yorubá, que diz que o homem nasceu do barro.
E no enredo “Semeando Sorriso, a Tijuca festeja o solo sagrado”, os carnavalescos Mauro Quintaes, Annik Salmon, Hélcio Paim e Marcus Paulo aproveitam não só falar do desenvolvimento gerado pelo agronegócio na região, mas enaltecer a região e cultura popular, como as festas da colheita.
O intérprete Tinga vai puxar o samba tocado pela bateria comandada por mestre Casagrande. A rainha à frente dos ritmistas é Juliana Alves. A Unidos da Tijuca vai desfilar com seis carros, 3.500 componentes em 28 alas. Julinho e Rute formam o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira. Em 2015, a escola ficou com a quarta colocação
Lista de aprovados na Tó Teixeira causa polêmica
A lista com os 102 projetos culturais aprovados no edital da “Lei Tó Teixeira e Guilherme Paraense” – lei municipal de incentivo à cultura por meio de renúncia fiscal – foi publicada na última quinta-feira, 4, no Diário Oficial do Município de Belém, um tanto na surdina, sem nenhum outro tipo de divulgação pública. Mas isso não impediu que, em menos de 24h, o edital se tornasse o principal comentário no meio cultural da cidade, a partir das reclamações de parte da classe artística que participava do certame, que questiona os critérios desta seleção. Junto com essa, retornaram outras queixas mais antigas, como a elaboração defasada do edital, a pouca transparência em várias etapas do processo e a total ausência de diálogo do órgão responsável pelo processo – a Fundação Cultural de Belém (Fumbel) – com os agentes culturais.
“Aí que tu faz um projeto para a Tó Teixeira com todo carinho, explicando os 16 anos de correria atuando na cena ‘Invisível’ paraense, se matando como artista pra continuar trabalhando como músico, arranja patrocinador e carta de intenção (o que é um fator raríssimo), não é aprovado e ainda por cima tem que aguentar que um dos projetos aprovados é um festival de cover cujo valor é o dobro do teu. Ps.: Muitos projetos bacanas foram aprovados, com destaque para Delinquentes, que merece total apoio cultural”, escreveu em uma rede social o cantor, músico e compositor Elder Effe, numa das várias postagens feitas sobre o assunto que refletiam a dúvida dos artistas quanto à seleção feita pelo comitê do edital.
Logo na fase de inscrição, os projetos que passam para as mãos da comissão avaliadora são aqueles que não apresentam nenhum empecilho quanto à sua documentação e as exigências gerais do edital. Assim, a seleção ou recusa deveria ser pela relevância que este pode ter na cena cultural da cidade – é o mínimo que os artistas presumem. Mas o fato, segundo eles, é que mesmo no texto do edital não ficam claros os critérios da comissão. Para Elder, quando um projeto como o dele, que já tinha patrocinador declarado é reprovado em face da realidade de que muitos dos projetos aprovados anualmente não são realizados por falta de patrocínio, “dá a impressão que eles não dão uma lida nos projetos”.
Vale o quanto pesa?
O critério para o valor das cartas também não é explicado pela comissão. As inscrições de projetos são feitas por categoria – show, teatro, dança etc. – e cada uma tem um teto. Se, por exemplo, o teto para projetos de CD é de R$ 40 mil, o produtor inscreve pedindo este valor, mas quando sai a lista com os projetos aprovados, tem CD que recebe carta de R$ 30 mil e outro que recebe R$ 20 mil. “Esta é outra situação em que não sabemos qual o critério para um show que era para ter R$ 30 mil receber só R$ 18 mil”, afirma Elder.
Assim, o projeto inscrito por Aline Fernandes para gravar um CD, incluindo o show de lançamento, recebeu carta de R$ 15 mil; enquanto os CDs inscritos por Bruno Cantão, Douglas Gonçalves (CD do Pinduca) e Gláfira Lobo, por exemplo, receberam carta de R$ 20 mil. Já a gravação do CD de Diego Leite recebeu R$ 10 mil, bem menos que o CD de Dona Onete, com carta de R$ 30 mil. Nenhum dos artistas questiona que projetos diferentes podem custar valores diferentes, ou afirmam que este ou aquele projeto sejam melhores. O problema, para eles, é novamente a falta de transparência na determinação dos valores, feita por quem avalia os inscritos.
Outro músico, que prefere não se identificar, também traçou comparações que fazem a classe artista questionar se realmente existe uma política cultural na cidade – uma que tome decisões de forma estratégica, selecionando projetos que possam não só levar entretenimento, mas formar uma cena cultural na cidade. “Não dá para entender como as Seletivas Se Rasgum são rejeitadas, quando elas são vitrine da produção autoral da cidade, principalmente de bandas que não costumam ter outros espaços para mostrar seu trabalho”.
(Diário do Pará)
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